domingo, 4 de março de 2012

Por favor, aceite!






Gosta assim de você
Quando me deixa te acolher em meus braços
E com meu abraço
Eu posso te proteger.

E não ouça essas coisas que te dizem!
Mas se te quebrarem o coração,
Recolherei teus pedaços,
E colarei pedaço por pedaço
Deste precioso coração.

E se te fizerem chorar
Vou ser tão idiota a ponto de te fazer rir
Ainda enxugando tuas lágrimas
Fazendo sua dor desparecer.

Vou te fazer cantar
Todas as odes a nosso amor,
E nesse sentimento ser sempre teu aprendiz,
Para aprender sempre
Como te fazer feliz.

Eu estarei a teu lado,
Se preciso for, Invadirei teu sono,
Combaterei teus pesadelos
Lutarei contra seus demônios,
E beijarei seus olhos vermelhos.

Porque eu gosto assim,
Quando me permite, minha flor
Oferecer tudo de mim,
E a teus pés render todo o meu amor.

-Por favor. Aceite!


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Tem uma coisa que eu queria dizer...
mas não encontro a palavra certa..
Não sei, não encontro as rimas perfeitas...
é algo tão lindo como seus olhos,
tão perfeito quanto seu sorriso,
tão maravilhoso quanto sua expressão ao olhar o céu!
Tão divino como sua existência..
Tão belo quanto o voo dos passáros
Tão singelo quanto o amanhecer...
Tão brilhante quanto o anoitecer...
é algo que não posso explicar,
muito menos tentar entender..
Talvez se eu disser uma rima...
Ah! rima com o Oceano....
O que eu queria te dizer é assim tão grande, imenso, profundo...
Eu queria dizer que eu te amo....

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

As sete notas do amor


As Sete notas do Amor

A (nota) dó descreve a paixão
Do primeiro contato.
-Você e eu. Olhos nos olhos.
Encanto, magia
Nascendo no peito, brotando no olhar
A realeza de nossos sonhos.

Na ré, eu te conquisto,
Deixo-me conquistar.
Tocamos-nos nas mãos,
Retemos-nos no olhar.
Dizemos nossos nomes
Conhecemos-nos,
Começamos a amar.

Na mi nossos corações se procuram
Já não podem viver separados
Somos dois anjos nesse mundo,
Buscando um ao outro, desesperados,
Um olhar, um beijo, nada disso é suficiente,
Estamos apaixonados.

Na fá,  nos encontramos, nos beijamos.
Eu te amo, tu me amas.
Loucamente nos declaramos,
Nossas mentes se chamam
Nossos peitos inflamam,
Pegam fogo, é combustão.
É a chama do amor,
Crepitando em nosso coração.

Na sol,  acordamos lado a lado.
Tocamos-nos e sonhamos.
Escolhemos nomes dos filhos
Seus olhos têm tanto brilho.
Vivemos e morremos um pelo outro
-Queremos tudo da felicidade.
Um segundo juntos é pouco.
Queremos a eternidade.

Mas na lá começa o drama.
Há outra flor brotando no seu jardim.
Depois de podar meus espinhos.
Desafios se foram, nada mais há.
E a calma, a rotina e a lentidão dos dias.
Você não sabe lidar, quer mais.
Quer coisas que eu não posso dar.
Então se afasta, e distante cada vez mais distante de mim.
Rega feliz, essa outra flor que brota no seu jardim.


Na si,
Você pronuncia o adeus,
Eu iludida, sem crer no possível, grito:
-Olhe nos olhos meus, diga que isso é impossível. Agora!
Tu gritas de lá:- Eu estou indo embora.
E levantas tornado no meu céu.
Que passa revirando minha vida.
Na triste solidão, vejo-me num mausoléu,
E tu devolves o meu coração.
Mas ainda guardo pedaços do seu.
-É a concretização do Adeus.

Assim como iniciante,
Dancei a valsa ilusória da vida.
Vi o amor chegar e vi-o também de partida.
Cansada, magoada e iludida
Imersa em dor.
(amando) Compus, cantei e dancei
Com as sete notas do amor.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Aqueles éramos nós abraçados


Nós nos abraçamos.
Assim nossos corpos se aqueceram.
Assim nossos corações bateram no mesmo ritmo.
O meu dizia que nunca vai te deixar,
O seu me dizia que pra sempre vai me amar.

Abraçados. Sabíamos que embora a chuva caísse,
Estávamos ali, um para o outro.
Não havia mais o seu mundo, o seu medo
A sua dor, nem a sua tristeza.
Agora tudo havia se evaporado,
Para dar espaço a nossa alegria.
O seu coração aceitou meu amor.

E suas mãos enxugavam minhas lágrimas.
E você me dizia: que não havia mais necessidade de chorar,
Que eu podia te abraçar, confiar no seu conforto
Descansar da minha jornada solitária
Que agora você estaria ali para mim. Para me segurar se eu caísse.
Para lutar comigo a minha guerra. Para me fazer  vencedora.
E eu aceitei tua presença!

E assim nos encontramos, aquele era você que renegava tanto o amor- e se rendeu ao meu.
Aquela era eu, que fugia de toda companhia- mas aceitou a sua.
Aqueles éramos nós abraçados!

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Continuar vivo

 Palpita confuso,
esse meu coração.
de tanta ilusão
que já sofreu,
não sabe no que acreditar!

se a verdade está a sua frente,
jura que vê mentira,
se a mentira se figura,
então ver verdade.

Palpita confuso dentro do peito meu
este meu tolo coração,
vive cantando as canções de amor
vive enfeitiçado pela pespectiva,

vive apenas, buscando um motivo
para continuar vivo...

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012


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Dê-me de beber deste santo remédio: o esquecimento!

POESIA

Destruída,
Com lágrimas correndo dos olhos
e sangue do coração.
Essa vida...
que tantas vezes roguei que fosse alegre
converteu-se em uma redoma
de dor e tristeza
que fere...
Cada ponto de minha alma.

Desiludida
com tantos obstáculos, tantos percalços
sofrida
com tantos braços que nao abraçam..

E triste
com o passar do tempo
dos anos, dias e horas,
essa desgraça que se converte no tempo
continua ferindo, rasgando, envenenando meu viver!

Eu assumo a minha culpa,
mas não quero sofrer sozinha.
essa culpa é tanto sua quanto minha...
Não posso penar, também por você.


Porque abobalhada com perspectiva, eu amei você...
e desprotegi meu coração...
E agora estou destruída, desludida,
sofrida e em vias de morrer... (de solidão)